segunda-feira, fevereiro 25

Pré-Publicação "A Ressurreição da Água", Maria Antonieta Preto

PVP: 12,90€


Brevemente nas livrarias


Depois da estreia na difícil e arriscada arte do conto com Chovem Cabelos na Fotografia, livro que foi saudado pela crítica como «um rubi [que] brilha e brilhará na noite e no dia da literatura portuguesa contemporânea e futura», Maria Antonieta Preto regressa com um novo livro que retoma o estilo poético e singular no tratamento de alguns dos temas que lhe são caros: o universo feminino e rural, o universo simbólico telúrico de um mundo em vias de extinção, o amor, a morte, a liberdade, a violência doméstica, a violência para com a Natureza (não será arriscado dizer que estamos perante a autora mais ecologista do nosso actual panorama literário).
Continuando a conduzir-nos por esse universo que é só seu, «em que o sangue se mistura com impossíveis pétalas de rosa», e não abandonando por completo a geografia afectiva do seu Alentejo natal que dominava o livro anterior e se tornou uma marca indelével na sua obra, Maria Antonieta Preto sai, neste A Ressurreição da Água, para outras geografias exteriores e interiores, que se transformarão em outros tantos locais inesquecíveis para quem os vier a ler.


21 comentários:

Francisco disse...

Quando podemos ler o livro da escritora? Descobri um livro seu, maravilhoso, há dois anos. Nunca tinha lido nada assim Suscitou-me bastante interesse pela diferença e pela beleza. Desde essa altura, tenho procurado informação sobre a escritora, embora não encontre. Ficar-vos-ia imensamente grato se me informassem a data de lançamento do seu livro.

fatima disse...

Vai lançar um livro esta escritora? Agradeço que me informem o dia e o local do lançamento.

salvador disse...

Já me tinham falado desta escritora, embora até hoje não tenha lido nada dela e eis que ao fazer a minha visita habitual aqui me surge o nome. Este conto é maravilhoso, diferente das estórias a que estou habituado a ler. É uma história que mexe com os limites da estranheza e da beleza. Ou, melhor ainda, com a ilimitação. Gostava que me informassem o local, o dia e a hora do lançamento do livro. E quando poderemos encontrar este livro nas livrarias?
Salvador Pess.

Pó dos Livros disse...

O editor ainda não tem datas nem local exacto para lançamento do livro. Assim que seja possível, publicaremos essa informação no blog.

Obrigado

gaspar alexandre disse...

Narrativa estranha, profunda poderosa. Narrativa actual, preocupada com um dos maiores problemas do universo: a morte. Narrativa incisiva que evoca uma realidade onde a escritora se detêm na morte dos nossos dias. A morte que se não escolhe. Forma e conteúdos inéditos. Forma visual, mítica, contemporânea constituidos a partir da dor e da observação vivencial? Conto belíssimo, obscuro, transparente e inédito. Quem é esta escritora? Logo que seja possível queiram fazer o favor de fornecer as informações no vosso blogue acerca do lançamento.
Gaspar Oliveira

cristina disse...

Possante e belo conto. Donde é esta escritora que nunca tinha ouvido falar?

madalena disse...

Conto magnífico, mágico. Se todo o livro for assim é uma verdadeira revelação. Vou estar atenta a esta raridade. Matilde

eduarda disse...

Eis aqui o "milagre" da transformação e da multiplicação. Magnífico, brutal este conto. Quando é que o livro está à venda nas livrarias?

duarte disse...

Já tinha lido os anteriores contos da escritora. Deslumbrantes. Nunca tinha lido nada assim.Deslumbrante este conto. Cotinua a imperar a diferença, a capacidade de surpreender. Conto ético, mágico, desconhecido. Os meus parabéns muito sinceros à escritora que dignifica a literatura portuguesa.Ignoro o percurso além fronteiras do seu livro anterior mas se no estrangeiro apanham uma coisa destas vai ser um boom. Gostava de saber quando é o lançamento e onde. Vai ser na vossa livraria?

afonso disse...

Lindo. Fundo. Cândido. Doce.

rita disse...

Tenho muito interesse em saber exactamente o dia, local e hora do lançamento do livro de Maria Antonieta Preto. Não consigo encontrar essa informação em lado nenhum. Também já procurei o livro nas livrarias (ainda não fui à vossa) e não encontro. A vossa livraria já tem o livro?

José Maria disse...

Que conto contemporâneo. Que conto universal. A morte. O sofrimento da morte. O não sofrimento da morte que a escritora elege. A morte dos homens que não escolheram a morte. A morte dos animais que não escolheram a morte. O uso que os homens fazem dos homens e dos animais indefesos como objectos.
Irresistível não transcrever estas passagens universais tanta é a sua riqueza:
«Hoje, querida neta, diz-se que os homens e os animais morrem com os olhos fechados, mas essa é apenas uma verdade sobre a história da morte»

«Nos meus últimos passeios, havia um cão fechado dentro de uma saca de sarapilheira (..) O cão tinha uma patinha me sangue. O cão pediu tudo, como se não tivesse direito a tudo»

«Quando me detive por alguns segundos a cheirá-lo, reparei numa lata enorme a gritar. Gritos de desespero. Abri a lata saltou um homem em sangue que pediu tudo como se não tivesse direito a tudo»

É possível saber a data de lançamento do livro de Maria Antonieta Preto?

isabel disse...

Lindo conto. Lindo.

Horácio disse...

Até que enfim que a apresentação de um livro aborda a questão essencial do mundo. Congratulo-me por saber que existe uma editora( desconhecia esta editora)neste país a descobrir uma escritora preocupada com os problemas ecológicos. Convenhamos, da teoria à prática... é preciso ver, ler, observar. Seja lá o que for ouvi dizer que a escritora é preocupada à séria com isto. Se a sensibilidade e a intervenção para os problemas ecológicos for tanta como a apresentada neste conto magnífico então teremos uma escritora como deve ser. Vá em frente Maria Antonieta Preto, vá que eu quero conhecer esse livro para descobrir o seu carácter ecológico.

Anabela disse...

Que arte de contar! Tão bonito o conto desta nova escritora.

antónio disse...

Comovente.Como aparece uma escritora assim?

susana disse...

Esmagador. Especial. Único.

el-frei disse...

Em resposta a vários comentários, aqui vai uma novidade que a todos agradará:
o livro vai ser lançado no dia 8 de Abril, pelas 18h30, na Casa Fernando Pessoa (R. Coelho da Rocha, 16, Lisboa). A apresentação estará a cargo de Jorge Listopad.

Anônimo disse...

Muito bom, muito bom.

Anônimo disse...

Muito obrigado pelo seu conto, Maria Antonieta Preto.

Anônimo disse...

Acabei de ler o livro da escritora. É uma maravilha.