quinta-feira, maio 8

Leya está fora das Feiras

Vi este comunicado da APEL.
É uma pena, por isso eu proponho, para acabar com as guerras, nós livreiros organizarmos a feira do livro. Isto é, durante 15 dias fazíamos descontos de feira e promovíamos debates, sessões de autógrafos, conferências, etc.. E cada um ia à livraria que lhe apetecia.
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Jaime Bulhosa

4 comentários:

gin-tonic disse...

Se houver vontades, não houver divisões e caprichos entre os livreiros, tenho a impressão que esta é uma excelente ideia que tem pernas para andar. Porque os livreiros não podem ser apemas uns rapazes a quem se pergunta por "capas cinzentas."

Isabel Castanheira disse...

Se alargarem o espaço geográfico da Feira do Livro de Lisboa, também alinho!
E sem os problemas recorrentes da montagem das habituais "barraquinhas" de todas as feiras...
Isabel Castanheira

gin-tonic disse...

Claro que faltará sempre o pormenor de ir à feira e isso é uma componente importante. Ainda hoje recordo, com ternura, o meu avô ter-me levado à Feira do Livro, ainda no Rossio à volta dos lagos de água - os anos que já lá vão... - , comprar livros do Salagri no Pavilhão da Romano Torres e o que para mim isso constituíu de festivo.
Mas agora se os editores não se entendem, e se uma nova rapaziada que por aí apareceu quer vender
livros como se vendem "Audis" ou outra qualquer coisa qualquer, há que dar a volta.

Rui Pedro Lérias disse...

Outras possíveis ideias haveria. Lembro-me em particular de uma iniciativa lá por fora de vales de desconto ou oferta válidos em várias livrarias (todas independentes umas das outras). Incentivava-se os clientes das livrarias independentes a serem fieis a livrarias associadas.

Assim, um vez comprado um livro na Pó-dos-Livros o cliente teria um vale de desconto que seria válido, sei lá, na Trama, por exemplo, aumentando a hipótese do cliente preterir a Fnac na sua próxima visita em favor de outra - ou a mesma! - livraria independente.

No fim do mesmo acertavam-se contas entre as livrarias.