sexta-feira, setembro 19

Mário Cesariny

Há alguns anos, numa livraria onde eu trabalhava, entra Mário Cesariny com as mãos cheias de terra e diz: «Por favor, não me arranja um saco? Sabe é que eu estou a mudar uma planta e precisava de um saco para pôr a terra.» E fez questão de explicar que não podia ser um saco de uma loja qualquer, teria que ser um saco de livraria.
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Débora Figueiredo

2 comentários:

fallorca disse...

Ele sabia.

Isabel disse...

bela história...