terça-feira, março 23

Cardeal Cerejeira


Nascido na zona rural do Minho em 1888, no seio de uma família de poucos recursos, Manuel Gonçalves Cerejeira podia ter-se tornado num simples pároco de aldeia. Em vez disso, ascendeu ao posto mais alto da Igreja, tornando-se cardeal patriarca de Lisboa entre 1929 e 1971 e uma figura fundamental, embora polémica, do século XX português. Conservador e elitista ou renovador e humilde? Amante do luxo e da riqueza ou atento à pobreza e defensor dos mais oprimidos? Homem caloroso ou autoritário? Sinuoso ou insinuante? Alinhado com o Estado Novo ou defensor da independência da Igreja em relação ao regime de Salazar, seu amigo íntimo desde os tempos de Coimbra? Defensor da vida e dos direitos humanos ou silencioso perante a violência da PIDE, a guerra colonial e a censura? Homem forte e decidido, ou indeciso e fraco como António de Oliveira Salazar chegou a apelidá-lo? Quando tomou posse como patriarca, o seu objectivo era recristianizar a sociedade portuguesa, mas no momento da sua exoneração a laicização da sociedade portuguesa era crescente e o mundo por que tanto lutara ameaçava ruir. Morreu no dia 1 de Agosto de 1977, sem que o 25 de Abril de 1974 o tivesse incomodado no seu retiro na Buraca.

edição: Esfera dos Livros
título: Cardeal Cerejeira
autor: Irene Flunser Pimentel
formato: 16x24cm (encadernado)
n.º pág.: 361
isbn: 9789896262037
pvp:28.00 €

4 comentários:

Anônimo disse...

Cardeal cerejeira! um dos maiores criminosos portugueses da 2ª metade do seculo XX, agia para o lado que batia o vento, nunca em prol da nação. espero que esteja a arder bem no fundo do inferno! bem la no fundo.

C.M. disse...

Que disparate de comentário! Deve ser algum partidário da maçonaria... Os seus escritos, as suas homilias (que deveriam ser reeditadas)são um hino de louvor a Deus, à Fé e à Nação!

Danton disse...

Cerejeira- em - Flor,exótica espécie botanica que
viceja às margens do Tejo,híbridas transplantadas de Santa Comba Dão.Desenvolve-se na penumbra,viceja nos pântanos,
decora as abadias e fenece nos altares.Foi substiuída pelos cravos-de -abril.

Anônimo disse...

É curioso ver que há dois comentários de propaganda sem apoio em argumentação. É o que se tem vindo a fazer: propaganda feia, propaganda má , propaganda da escuridão.

Deveriam estar publicados os escritos do famoso Cardeal Patriarca, e eles seriam uma referência realista. Contudo, os Bispos actualmente são mais defensores das ideias anti-católicas e eles mesmos já não se querem identificar com aquilo que sempre a Igreja ensinou e que o Cardeal Patriarca Cerejeira sempre pregou. Ficam então na gaveta os testemunhos da Fé católica, e avança a ignorância religiosa de maçons e comunistas (nova esquerda) a inventar o que lhes dá na gana contra todos os que lhes são sinal de adversidade.

O sinal vivo da abjecta Revolução Françesa está bem patente no nome que assina o comentário anterior "Danton".

Estamos em tempos em que a luz é tomada por trevas e as trevas são tomadas por luz.

Quanto ao primeiro comentário, em que se chama de "criminoso" a um homem que foi exemplar no cumprimento da Fé (católica), da moral e bons costumes, digo:
Se o Cardeal António Cerejeira é criminoso, sejamos todos "criminosos" como ele. Pois os "santos" que hoje o condenam. e que assaltaram Portugal, não são aqueles que que sempre tivemos e que dariam razão ao Cardeal. Esses "santos da negrura" não são anjos, são morcegos,não são portugueses, são republicanos integralmente , não são católicos, são mações e marxistas: são toda a escória contra a qual Portugal desde o seu âmago lutou, são o inimigo que a Igreja militantemente sempre combateu, são aqueles contra quem o Cardeal também proferiu palavras de precaução.

Veja porque é odiado o Cardeal Cerejeira: porque é odiado o verdadeiro Deus, porque é combatida a verdadeira Santa Igreja Católica, porque o maligno odeia o Bem, a Verdade e o Amor.

Seja-me permitido invocar as palavras de Deus Filho, fundador da Santa Igreja (a da única e verdadeira Religião): "Eu sou o caminho, (Eu sou) a Verdade e (Eu sou) a Vida. Ninguém vai ao Pai a não ser através de Mim."