terça-feira, maio 4

Verdade ou consequência


O facto de se trabalhar com livros pode transmitir, erradamente, a ideia de que um livreiro deve ter resposta para tudo e o pior é o próprio acreditar que isso é verdade.

- Por favor, posso fazer-lhe uma pergunta? Como trabalha com livros deve ler muito, não é?
- Uhmm! Sim… mais ou menos.
- A imortalidade de Deus é uma consequência inevitável da sua própria condição de Deus, ou uma opção?
- Deve ser consequência!?... Se não há muito que ele teria morrido de tédio, não acha?

5 comentários:

Débora Orrico disse...

Morrer de tédio? Porquê?

Se me permite, não concordo nada :)

Pó dos Livros disse...

Débora Orrico,

Isto é uma brincadeira, mas, se me permite, para que é que quer a imortalidade? Se pede a imortalidade também pede a juventude eterna e já agora para todos? E por aí em diante, até nunca mais acabar, até que ela faça sentido?

Débora Orrico disse...

Eu não peço nada disso, só digo que, no caso de Deus, é tudo menos um tédio. Partindo do pressuposto que Deus é omnipresente/omnisciente/omnipotente.

Pó dos Livros disse...

Débora Orrico,

Ser ominipresente, omnisciente e omnipotente? Só pode ser um tédio!

Estou a brincar. ;)

Jaime

Débora Orrico disse...

Está bem ;)