quinta-feira, novembro 11

A coisa que mais dói no mundo


Andei durante imenso tempo a ler ao meu filho mais novo, um livro que tinha como mensagem principal qualquer coisa como isto: A coisa que mais dói no mundo é a mentira.

- Olha filho, desculpa. Andei a mentir-te este tempo todo.

Jaime Bulhosa

3 comentários:

ana disse...

Absolutamente!

Kássia Kiss disse...

A mentira não é o bicho-papão que se costuma fazer dela. É interessante falar nisso, porque há pouco tempo vi um documentário sobre o tema e passei a vê-lo com outros olhos.

Há mentiras e mentiras. Algumas são inofensivas e mesmo necessárias. Quantas vezes dizemos que estamos bem, quando não estamos? Quantas vezes dizemos gostar de algo, apenas para sermos simpáticos e/ou para não ferirmos susceptibilidades? Para sermos educados? Que mal tem uma mentirazinha que não prejudica ninguém e é até capaz de fazer alguém feliz?

Deve-se ensinar as crianças a serem honestas, mas não lhes incutir a ideia de que a mentira, em geral, é algo "monstruoso". Todos nós dizemos uma mentirazinha, quase diariamente. Quem não o faz, que atire a primeira pedra!

Cláudia disse...

A necessidade é mãe da ocasião e madrasta da intenção.
Vitórias sem exagero.
Méritos sem causa.
Abrigos de luz.
Concordâncias do saber.
Nas cordas do violino há quatro corações, cada coração um quarto e em cada quarto, um perdão.