segunda-feira, fevereiro 7

Passatempo Pó dos Livros /alfabeto




Temos cinco exemplares do livro, Uma Proposta Modesta/Um Argumento Contra a Abolição do Cristianismo, de Jonathan Swift, edição alfabeto, para oferecer às cinco primeiras pessoas que respondam correctamente à seguinte questão: Qual dos livros, de Jonathan Swift, acaba com a frase: «Volto para o meu Quintal de Redriff, a fim de me entregar a especulações filosóficas.»

Nota: Este livro só estará disponível para venda, em todas a livrarias, a partir de 21 de Fevereiro)

Para poder participar no passatempo, basta que nos envie um e-mail: podoslivros.jaime@sapo.pt, com a seguinte informação: nome, morada e título do livro correcto. Logo que receba um e-mail da livraria Pó dos Livros com a confirmação do seu prémio, poderá levantá-lo na livraria. Caso viva longe da cidade de Lisboa poderá solicitar o envio do livro por correio.


Uma Proposta Modesta

«É uma melancolia para aqueles que caminham através desta grande cidade ou viajam pela província, quando vêem as ruas, as estradas e as portas das carruagens apinhadas de mendigas, seguidas por três, quatro ou cinco crianças, todas em trapos e importunando os passageiros por uma esmola. Estas mães, ao invés de trabalharem para o seu honesto sustento, são forçadas a empregar todo o seu tempo a vaguear para mendigarem sustento para os seus indefesos meninos: que, à medida que crescem, ou tornam-se ladrões por falta de trabalho, ou abandonam o seu querido país para lutar Pretendente em Espanha, ou vendem-se para Barbados.»


Um Argumento Contra a Abolição do Cristianismo

«Uma grande vantagem proposta com a abolição do Cristianismo é que isso em muito ampliaria e estabeleceria a liberdade de consciência, esse grande baluarte da nossa nação e da religião protestante, e ainda muito limitada pelo sacerdócio, apesar das boas intenções da legislatura como podemos dar conta recentemente por via de uma grave ocorrência. Pois foi decerto reportado que dois gentlemen nos quais muitas esperanças eram depositadas, de brilhante sagacidade e profundo discernimento que, após uma apurada análise das causas e efeitos, fazendo uso apenas das faculdades naturais e sem o menor traço de educação, terem feito a descoberta de que não há nenhum Deus e que, comunicando então generosamente os seus pensamentos para bem do público, foram há algum tempo, com uma severidade sem paralelo e com base em não sei que obsoleta lei, condenados por blasfémia.»


Um comentário:

Anônimo disse...

Caríssimos,

parece que na frase de Jonathan Swift há uma gralha de tradução: não será "a fim de" (para, com vista a), em vez de "afim"?

Cumps.

Mónica F.