quarta-feira, maio 25

às vezes dá vontade e não podemos


Como foste capaz. Que desilusão e tanta gente esperou por ti, e para quê… para isto? Que desgraça. Olha, como dizia o outro: a desgraça não basta para fazer de um cretino, como tu, uma coisa inteligente. Apetecia-me gritar, esbracejar, lançar insultos, impropérios, contar a toda gente o que tu és. Mas não, tu não mereces que falem de ti, mesmo que seja para te desmascarar. Deves ser banido, esquecido, obliterado, reciclado. Não tenho adjectivos para te qualificar. Que desengano, que golpe, que desapontamento. E não adianta dizeres que a culpa é de quem te escreveu, porque esse é autor de livros afamados.

Livreiro anónimo

2 comentários:

Mafalda Mimoso disse...

De quem é a fotografia?

João Afonso Machado disse...

Pobre livro, atacado ferozmente e sem se poder defender porque a caneta do autor se calou...