sexta-feira, setembro 9

Os ecrãs do futuro


Depois de ver este filme, ainda haverá alguém que acredite que, num futuro muito próximo, o livro em papel não passará de um objecto artístico de luxo?


7 comentários:

Paulo Freixinho disse...

É interessante, divertido, mas não vi ali ninguém a ler um livro... ui, não se diz livro, diz-se e-book... continuem lá a fazer livrinhos (em papel)... ;-)...

SEVE disse...

Bom dia e boa semana, tal como diz o Paulo Freixinho também não vi nenhuma contradição naquele ecran entre a existência ou inexistência (futura) dos livros.....eu acredito nos livros até porque não sei viver sem eles, contudo não posso prever o futuro.

fallorca disse...

Gosto do gesto com que manipulam a maquineta; tipo, some-te, afasta-te, basa, etc.

Anônimo disse...

E a menina a lavar os dentes com uma escova manual!? que detoanço....

Pedro disse...

ao minuto 1:26 o indivíduo faz anotações em papel, este pelo menos não desaparece, para escrever :)

mas lembro-me de o Tribolet prever, alto e bom som, que o escritório electrónico, o Elena, na altura em desenvolvimento no INESC (estamos a falar de 1980 e anos seguintes), ia fazer com que o papel desaparecesse de cima das secretárias... a utilização do papel não só não desapareceu como, dos anos 90 em diante, a Internet e a Web acessíveis aos mortais, em vez de acabar com o papel (como muitos vaticinaram), fez aumentar o seu consumo

a web fez aparecer o Print On Demand, Blurb, Lulu, e outros; talvez implique uma alteração do circuito de produção do livro; espero que não acabe com ele

como a animação 3D e as maquetas virtuais em Design e Arquitectura; na década de 90 eu defendi e vendi a ideia de que iam acabar com as maquetas tradicionais, em cartão, corticite, esferovite e outros materiais; não podia estar mais enganado: a modelação e visualização 3D não eliminou de todo as maquetas tradicionais, e as maquetas virtuais instalaram-se para as complementar

Maria João Belchior disse...

Também acho melhor a ideia de poder ler à vontade sem ter de ligar-me à corrente. Mas se o livro (deverei dizer em papel?) está destinado a ser objecto artístico de luxo, ao menos sabemos que nós vamos continuar a ser o mesmo - coleccionadores apaixonados.
Com dois c's. Por enquanto.

Anônimo disse...

Se o livro em papel acabar, o conhecimento que provém dos livros tornar-se-á para sempre escravo de uma qualquer fonte de energia o que nos fará a nós escravos dessa mesma fonte de energia.

E a nossa liberdade, por onde andará nesses dias?

Submetemo-nos aos grandes senhores donos de empresas detentoras das fontes de energia?

Espero não conhecer o mundo assim como se augura.