
A minha colega pediu-me para ir depressa de férias. Passado estas semanas sem aparecer nem escrever neste blogue, ela por telefone repreende-me:
- Pediste-me. Mas não me disseste nada quanto ao regresso.
Jaime Bulhosa

A minha colega pediu-me para ir depressa de férias. Passado estas semanas sem aparecer nem escrever neste blogue, ela por telefone repreende-me:
- Pediste-me. Mas não me disseste nada quanto ao regresso.
Jaime Bulhosa

“Chamo-me Pequeno Polegar. Gosto de escrever e desenhar sobre as coisas que me acontecem. Esta é a minha história. Nunca a esquecerão".
A história do Pequeno Polegar magnificamente revisitada sob a forma de um diário secreto.
Mais uma obra-prima assinada por Rebecca Dautremer.
edição: Editora Educação Nacional
título: Diário Secreto do pequeno Polegar
autor: Philippe Lechermeier Ilustrado: Rebecca Dautremer
isbn: 9789726594871
pvp: 19.50€

Um estrangeiro muito rico e um português muito pobre tinham cada um o seu filho.
O estrangeiro muito rico levou o filho ao ponto mais alto da Serra da Estrela e mostrou-lhe com um gesto a portentosa paisagem em redor e disse-lhe:
- Olha, um dia todo este país será teu. Eu vou compra-lo amanhã ao preço de lixo.
O português muito pobre, levou o filho ao cimo da mesma serra, mostrou-lhe a paisagem em redor e disse-lhe, simplesmente:
- Olha. – Enquanto podes!
(inspirado numa uma fábula do Oriente)

«Quando Narciso morreu, conta Oscar Wilde, todas as flores da margem, desoladas, pediram ao rio algumas gotas de água para chorar.
- Ah – disse o rio –, nem que todas a minhas gotas de água fossem lágrimas me bastariam para chorar a morte de Narciso. Porque o amava.
- Impossível não o amar! – disseram então as flores –. Era tão belo!
- Era belo? – pergunta rio.
- Quem melhor do que tu para o saber? – disseram as flores –. Ele todos os dias se debruçava na margem e contemplava nas tuas águas a sua beleza.
- Mas não era por isso que eu o amava – disse o rio.
- Então porque era?
- Porque, quando ele se debruçava, eu podia ver a beleza das minhas águas nos seus olhos.»
Um romance sinfónico sobre a Marquesa de Alorna, Leonor de Almeida Portugal, neta dos Marqueses de Távora, uma figura feminina ímpar na história literária e política de Portugal. A grande escritora Maria Teresa Horta, persegue-a e vigia-a nos momentos mais íntimos, atraída pela desmesura de Leonor, no seu permanente conflito entre a razão e a emoção. Acompanha-a no voo de uma paixão, que seduz os espíritos mais cultos da época, o chamado "século das luzes", e abre as portas ao romantismo em Portugal.
edição: D.Quixote
título: As Luzes de Leonor
autor: Maria Teresa Horta
n.º pág.: 1000
isbn: 9789722047510
pvp: 30.00€